Vote direito, cabra
Domingo é dia de desconsiderar sorrisos fáceis, promessas, "tapinhas nas costas", visitas aos pobres, que nunca são feitas para campanhas eleitorais. Aliás, o marketing político precisa se reinventar. Uma propaganda acha que engana a quem?
Estamos todos fartos, não de uma boa mesa, alimentados, assistidos, protegidos. Não. Estamos fartos de desonestidade, de compra de votos, de cabides de emprego, de poupanças em cuecas, de apartamentos feitos de casa-forte, da dança dos partidos, dos casamentos de ideologias contrárias, de falta de investimento na saúde, na educação, não mercado interno, na segurança pública, na cultura. É falta tanta que não se pode contabilizar.Estamos fartos de nos escandalizar. Chego a querer não saber mais nada, porque tudo que sei são políticos que só governam para ajeitar a vida dos seus pais, ao liberar de arrumar a vida do coletivo que os elege. É a tal da "farinha pouca, meu pirão primeiro", porque a miséria começa primeiro na escassez moral. É na cabeça que começa a miséria, e é na corrupção que ela se sente representada. Todo ladrão na verdade é a mais pobre das pessoas, não importa o dinheiro que possua.
Portanto, domingo é dia de pensar sobre tudo que temos vivido num ano atípico, o que foi feito para nós melhor, o que continua sendo promessa, fazer cada um o seu balanço e pensar na melhor opção que pode "desorganizar" para progredir, porque essa "ordem e progresso" que se instalou há milênios não nos trará mais nada,

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