Diversidade, sempre!
Diversos tipos humanos passaram por mim nessa avenida. Distintas almas, diferentes corpos, gêneros, idades, cada um com aquele jeito único de ser, desfilando a beleza da diversidade. Sejamos resistentes a qualquer forma de uniformização. A sociedade naturalmente nos impõe padrões, pois é mais fácil manobrar uma massa homogênea. É menos ameaçador. Mas só o diferente, o novo, o único pode mudar a direção das coisas. Foi assim com Buda, Gandhi, a pequena Malala e outros que ousaram viver sob sua própria ótica. O diferente é como aquela brisa repentina num calor de 40 graus, é a chuva que surge num dia ensolarado. Nunca se sinta sinta triste por não ser aceito, não seja o popular da sala, o líder da galera, o querido. Suporte! Lembre-se do patinho feio, que só faltava encontrar o seu verdadeiro lago de cisnes. Pare de se esforçar para se encaixar; pois o esforço mais inútil é tentar ser o que não se é. Isso pode resultar na morte de si mesmo, morte em vida, que é muito pior. Assuma a sua inadequação, se para o caso, o que na realidade é ser único. Encolher-se para caber não padrão social é uma conta que nunca fecha. A nossa natureza é ser diferente e o mundo nos espera para acontecer, seja lá o que for.

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