Santa Hildegarda de Bingen

Final de domingo, dia de São Bento, me pego pensando nela, Santa Hildegarda, monja da ordem beneditina, musicista, pintora, estudiosa da fitoterapia e dos efeitos que ervas, especiarias e pedras causavam ao corpo e a alma das pessoas.

Como essa mulher agitada, corajosa, articulada e curandeira escapou do fogo na Idade Média?
Numa época em qualquer chazinho inocente levava mulheres à fogueira, só sendo mesmo muito sábia para morrer de morte morrida. É óbvio que a chamaram de bruxa, inclusive até de demônio, mas ela era brava, e seguia com o que acreditava ser o seu mister, faltando livros e escritos medicinais, diversas composições clássicas e iluminuras belíssimas, reconhecidas como arte de primeira grandeza.
Compartilho abaixo fragmento de uma de suas meditações, pois tenho certeza que fará bem a todos que leiam.

"A minha alma envia boas intenções por amor a Deus; a minha alma é como brilho do sol, que ilumina o mundo ao meu redor; os meus pensamentos vão além das estrelas em louvor a Deus"

(Santa Hildegarda)

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