Alba, sempre Alba
Alba, registrada com outro nome, mas batizada "Alba" pelo avô, veio de Pernambuco aos 15 anos. Aqui casou, tornou-se mãe, profissional, ambiente e casou de novo com Paulo (com quem construiu um amor que já durava 23 anos). Para completar a felicidade, chegar Laylla, a neta que virou filha, a sua canção favorita.
Através de Laylla, Alba chegou na minha vida. Presença forte, alegre, puramente nordestina, um misto de autorrespeito, autocuidado e mistério, exemplo clássico do feminino que se ama. Bem cuidada, cabelos Chanel, ombros sempre a mostra e um mistério no olhar.Conhecer Albinha, como Sandra Torres a chamava, me fez comprovar a tese da psicóloga Clarissa Estés: "Mistérios são mistérios, quem tenta desvenda-los envelhece". O fato de Alba não querer esmiuçar a vida dos outros, nem tampouco dar detalhes da dela, aliado ao autocuidado, conservaram bem corpo e espírito, preservando intacto o enigma do feminino, que nunca envelhece.
Como amiga e mulher, honro a mulher que Alba (com letra maiúscula) foi aqui na Terra. Como mãe, levo no ❤️ instantes especiais: o olhar de Alba assistindo Laylla receber o diploma de conclusão do inglês; o olhar de Alba vendo Laylla provar uma fantasia do Halloween; o olhar de Alba sobre Laylla, fosse em qualquer ocasião. Sempre guardo essa parte, o amor que vejo entre as pessoas, pois é ele que nos faz cantar como mais belas canções.
Laylla é aquele tipo de música que se escuta, se escuta, se escuta e não se enjoa, pois foi cantada com muito amor. E amor é o resumo de tudo, sempre estará em alta.

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