POESIA
QUASE UM ASSASSINATO A CAMINHO DE CASA
não consegui.
Queria a todo custo levá-la
arrancá-la
ceifa-la
cortá-la
colhe-la.
Queria trazê-la, mesmo que ao
meio,
o que importa!
Com tanto que a trouxesse de
enfeite
grudada
colada
podada
amarrada.
Mas quanta ilusão!
Exatamente na hora irresistível
quando se é impossível
racionar sobre o egoísmo
acordei suada
pelo esforço
pelo delírio
pelo sol quente
e a luz se fez exatamente:
Cortada, presa, amarrada
Cortada, presa, amarrada
eu
jamais a traria.

Adore!
ResponderExcluirJu França.